Homens caem em mais golpes no WhatsApp que mulheres

O estudo foi divulgado pelo 3º Relatório da Segurança Digital no Brasil

Crédito: Pexels
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O número de homens que caem em golpes no WhatsApp é até três vezes maior que o número de mulheres, segundo o 3º Relatório da Segurança Digital no Brasil, estudo trimestral do dfndr lab, laboratório de segurança da PSafe.

De acordo com o documento, entre janeiro e março de 2018, os homens acessaram 29.166.764 links maliciosos via WhatsApp. O número é cerca de 3.5 vezes maior que o total de links acessados por mulheres, que clicaram em 8.277.316 endereços maliciosos no mesmo período. Segundo Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab, “isto acontece porque, através do WhatsApp, app mais usado pelos brasileiros, os golpes viralizam rapidamente, atingindo um grande número de pessoas”.

Phishing – tipo de ataque cibernético que deixa mais vítimas – é um dos métodos mais antigos, já que “metade do trabalho” é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma “pescaria”, em tradução livre, o cibercriminoso envia um texto indicando que a pessoa ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, a mensagem chega acompanhada de um link para resolver a situação.

O phishing também pode ser caracterizado como sites falsos que pedem dados de visitantes. A armadilha acontece quando alguém entra nesse link e insere os os dados sensíveis — normalmente, há um site falso do banco/ecommerce para ludibriar a vítima —, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.

Segundo a Psafe, os homens costumam cair em golpes que trazem assuntos como futebol ou conteúdo adulto. Enquanto isso, as mulheres são mais suscetíveis a publicidade suspeita do que homens.

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