Ao retornar ao time do Galo, Ricardo Oliveira quer foco total na reta final do Brasileiro; próximo adversário é freguês no ano

Jogador não atuou contra a Chapecoense por conta de uma fadiga muscular

Foto: Gazeta Press
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Após ficar de fora do duelo contra a Chapecoense, derrota por 1 a 0, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, por conta de fadiga muscular, o atacante Ricardo Oliveira, um dos porta-vozes do time do Atlético-MG, espera que a equipe tenha foco total na reta final da competição, a qual faltam 10 jogos para o seu término. A começar pelo América-MG, próximo rival na tabela, domingo, às 19h, no Estádio Independência.

– Temos um objetivo único de focar nesses dez últimos jogos e dar o nosso melhor para que a gente consiga terminar o mais alto possível na classificação. É um clássico e a gente sabe da necessidade de ambas as equipes. É procurar, agora, treinar e colocar em prática o que o Thiago (Larghi) vai nos pedir nesses dias que antecedem o clássico para a gente procurar fazer um bom jogo no domingo e conseguir a vitória – comentou o veterano jogador.

O América-MG, aliás é o principal freguês do Galo na temporada. Em quatro jogos (três pelo Campeonato Mineiro e uma pelo Brasileiro), são 100% de aproveitamento, com um placar agregado de 9 a 1. No estadual, 3 a 0, 1 a 0 e 2 a 0, respectivamente. No Nacional, 3 a 1.

O Coelho não vence o rival desde a final do Mineiro de 2016, por 2 a 1. De lá para cá, são sete derrotas e um empate. Pelo Brasileiro, o último triunfo foi em 2000, por 1 a 0, somando, desde então, cinco reveses e uma igualdade.

– Gosto de lembrar daquilo que, de fato, nos motiva, nos coloca para cima. É interessante que os números não entram em campo quando são positivos, mas, quando são negativos, eles entram em campo. Quando as coisas não dão certo, as pessoas começam a trazer os números, há quantos jogos não faz gol, etc. Mas, nesse ponto específico, com certeza, é sempre importante a gente lembrar, entendendo que, de fato, não entra em campo, mas nos traz esperança e é o que precisamos sempre, se motivar e buscar o que é positivo porque é o que me faz olhar sempre com uma perspectiva de que as coisas vão dar certo – disse Ricardo Oliveira, que fez dois gols e deu duas assistências nos quatro duelos contra o Coelho.

Por falar em bolas na rede, o atacante também comentou sobre a disputa da artilharia da competição nacional, na qual fez 11 gols e é o vice-artilheiro, atrás de Gabigol, do Santos, que tem 13.

– O que mais me motiva é conseguir engrenar, dentro desses dez jogos que temos pela frente, e conseguir o objetivo coletivo. Acho que, se os gols começarem a sair, esse objetivo fica muito próximo. Porque é importante fazer gols para que a gente consiga os resultados. Mas olho sempre o lado coletivo porque é ele que me faz brigar pela artilharia, se destacar e jogar o máximo possível de partidas. Isso, para mim, é muito mais importante do que eu me destacar individualmente. Os gols saem porque o coletivo trabalha e o importante é que todos cresçam juntos. Esse é o principal objetivo meu, agora, nesses dez jogos, não só brigar pela artilharia do campeonato, abriria mão disso para a gente terminar o mais alto possível na competição e conseguir o objetivo que almejamos.

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