Propostas dos dois candidatos à Presidência na área de economia, não estão claras para os eleitores

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As propostas dos candidatos à Presidência, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) para a economia do Brasil, não estão claras para os eleitores, de acordo com os economistas.

Especialistas ressaltam que as propostas são frágeis, pouco objetivas e contraditórias, sem apresentar solução para os reais problemas do Brasil.

Falta de esclarecimentos

Sobre as dívidas das contas públicas, por exemplo, que irá registrar no ano que vem o quinto ano de déficit nas dívidas do país, estimado em 139 bilhões de reais.

Na área da Previdência, dos impostos, das estatais e demais assuntos públicos, ou sobre realmente serão solucionados esses problemas retomando o crescimento econômico do Brasil, o que não ficou claro em nenhuma das duas propostas dos candidatos.

No Congresso Nacional, há dúvidas se os dois candidatos conseguirão firmar alianças, já que a maioria dos Deputados e Senadores eleitos são de diversos partidos, o que pode dificultar a resolução de problemas.

Intervenção do Estado

Bolsonaro apresentou uma proposta aos eleitores, que identificam uma menor intervenção do Estado, com mais liberalidade para os cidadãos investirem e comprarem o que quiserem.

Haddad, por sua vez, defende uma economia de Estado intervencionista, onde os cidadãos precisarão prestar contas de tudo o que fazem, ao Governo.

O candidato do PSL, afirma que em seu Governo, serão feitos cortes nos impostos, privatizações de empresas e controle de gastos públicos descontrolados.

Fernando Haddad, também mencionou a revisão da desoneração da folha de pagamento, combate aos privilégios concedidos, aumento dos impostos para aumentar o crescimento econômico, e extinguir o teto que determina os gastos públicos.

A corrupção durante o governo do PT, deixou consequências até hoje com a alta dos preços dos alimentos, da inflação, dos combustíveis e da falta de confiança do povo e dos credores bancários.

Cortar as dívidas públicas no primeiro ano de governo em 2019, soa como uma proposta ousada, no plano dos dois candidatos. Sobre a mudança na Previdência, os candidatos propuseram equilibrar a idade para aposentadoria, começando pelos servidores públicos.

Fernando Haddad, propôs ainda que os cidadãos das áreas rurais, fossem excluídos de tempo de carência para se aposentarem. No Brasil hoje, somente os pobres se aposentam por tempo de contribuição. Já os políticos e pessoas influentes, se aposentam quando bem querem.

Os dois candidatos reconheceram a necessidade de uma reforma trabalhista, mas, o eleitor precisa pensar a longo prazo, qual das propostas irá prejudicar o Brasil, e qual dos dois partidos quase levou o país à falência.

Não parece uma opção viável, aumentar os impostos públicos para desenvolver a economia do país, e conter as dívidas públicas. O cidadão brasileiro, é o que mais tem sofrido com o excesso de contas a pagar, com juros e alíquotas embutidas.

Ao eleger um candidato, é preciso cobrá-lo também, a respeito de todas as propostas e promessas que fez para o governo do país, sem se esquecer de que não será fácil administrar o nosso Brasil.

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