A ANP irá interferir na política de preços da Petrobrás

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A Agência Nacional de Petróleo (ANP) resolveu agir na política de preços estabelecida pela Petrobrás e por isso, irá controlar o tempo de reajustes dos combustíveis.

O anúncio da consulta pública

Foi anunciada também uma consulta pública, que irá tratar desse tema. O Jornal a Folha de São Paulo, frisa em sua edição que essa medida foi negociada com o Presidente da República, Michel Temer e deve ser uma estratégia para frear todos os aumentos diários que são repassados pela Petrobrás para o consumidor final.

A nota da Petrobrás

A Petrobrás enviou uma nota declarando que irá dar apoio e também contribuirá com todo o esforço da ANP. Essa conduta da agência poderá atingir não somente as refinarias como também as distribuidoras.

A manchete do Estadão

O jornal Estadão em sua manchete demonstra que o governo está confiante em rever os valores que são usados para o frete rodoviário e isso acontece, logo após, o governo sofrer pressão de todo o setor agronegócio.

O controle de preços dos combustíveis

No Brasil, no momento a maior preocupação é o controle nos preços no setor de combustíveis e também um controle em seus subsídios, os efeitos seriam péssimos para toda a economia brasileira.

A discussão no Congresso

Uma discussão no Congresso hoje irá fixar em Lei, várias exigências dos caminhoneiros, que culminou com a greve deles e com a tentativa do governo de reduzir o preço do diesel. Todas essas medidas já adotadas irão abranger o valor e tabelamento do frete, uma fiscalização desse valor final que é visto na bomba.

A crise na Petrobrás

Com a saída de Pedro Parente como Presidente da estatal, essa crise pode se estender a gasolina e ao gás de cozinha e o governo fez o anúncio de que a ANP e quem será a encarregada pela gerência dos prazos de aumentos da gasolina, bem diferente da época quando Parente estava na gestão da Petrobrás.

A palavra do novo Presidente

O novo Presidente da Petrobrás, Ivan Monteiro, resolveu colaborar. Ele também reitera que essas variações internacionais serão transferidas aos preços. Já Eduardo Guardia o Ministro da Fazenda, rejeitou um subsídio para a gasolina.

O fracasso dessa política da Petrobrás

É inegável que houve um fracasso nessa política de aumentos e reajustes que foram diários nos preços da Petrobrás e por outro lado, obrigar a estatal a vender mais barato no Brasil, ao invés de exportar, reduzirá a sua capacidade de investimento, além de trazer à tona muitos prejuízos para a estatal brasileira em nosso território nacional, para seus consumidores.

Relembrando o passado

Quem viveu nos anos de 1980 se lembra desse medo não só de uma volta da manipulação de políticos agindo no preço dos combustíveis, como se lembrarão, também dos fiscais do Sarney nas bombas de combustíveis.

Essas prévias que passamos nos últimos dias, mostram uma retomada de uma escalada inflacionária no mês de maio e, contudo, praticamente será certa uma alta do juro, sentida pelos brasileiros no mês de junho.

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