Este é Mao, Mal como o diabo – Marcelo Vasconcelo

Hoje faz 69 anos da implantação do comunismo na China por Mao Tse-Tung

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Hoje faz 69 anos que a China via o comunismo ser implantado no seu país. Mao Tse-Tung assumia o poder e iniciava uma longa e tenebrosa época para os chineses. Em 1949, mais precisamente em 1° de outubro daquele ano, o povo chinês via um novo líder assumir o controle do seu país, não imaginava, talvez, que fosse um período tão truculento e caótico.

Como todo governo comunista, o povo não tinha seus direitos plenamente usufruídos, principalmente liberdade de expressão, ora em que qualquer crítica ao governo do soberano, como era visto, podia acabar em morte. O direito à propriedade privada também foi extirpado,      muitos donos de terras foram linchados e até mortos por trabalhadores, após a ascensão do ditador.

Os grandes latifundiários se enriqueceram às custas do sofrimento dos pobres trabalhadores do campo, o que fez Mao Tse-Tung tomar as terras dos donos e repartir aos trabalhadores camponeses. Houve  tribunais populares nos quais os trabalhadores julgavam seus antigos patrões. Ali, homens, jovens e mulheres acusavam seus algozes  num verdadeiro julgamento público, em muitos deles as execuções eram inevitáveis.

Parecia, realmente, que os rumos da China estavam apontando para  o progresso econômico e social. No entanto, os planos do ditador não saíram como ele imaginava. A aparente melhora econômica nos primeiros anos foi demolida com a implementação do seu plano industrial em 1958, chamado de “Grande Salto”.  Centenas de milhares de trabalhadores se dedicavam de forma voluntária para emplacar uma grande indústria siderúrgica, mas não funcionou.

Não demorou muito para que a fome e miséria tomassem conta do cenário chinês, a agricultura não dava conta de produzir alimentos e a população perecia lentamente. Houve caso até em que pessoas comeram cascas de árvores das ruas e, inacreditavelmente, serem condenadas por depredarem a coisa pública. Enquanto isso, no auge de sua soberana e maléfica corte, Mao tinha de tudo o melhor, tipicamente dos governos social/comunistas. Além, é claro, de suas sessões de orgias com as mulheres que escolhia, não dispensando, sequer, pobres adolescentes.

O enteado rebelde de Lúcifer

Mas, no ano de 1966, aplicou o que ficou chamado de Revolução Cultural, perseguindo pessoas que o criticavam através da arte. Nesse período, os jovens eram encorajados a criticar seus superiores e pessoas mais velhas, questionando-lhes o status quo. Com isso, Mao  pretendia emplacar uma nova ordem moral na sociedade, típico, mais uma vez, de governos comunistas.

A Revolução Cultural (comunista) de Mao Tse-Tung estava na mesma consonância da Revolução Cultural que eclodia nos EUA (capitalista), exatamente no ano 1966, com o movimento hippie. A proposta trazida nos EUA era, em maior ou menor escala, a mesma de Mao, ou seja, desconstruir os padrões morais e culturais vigentes e iniciar uma contracultura. Os valores morais eram atacados principalmente pela crítica à visão sagrada das coisas, a religião, notadamente a judaico/cristã era o alvo dos revolucionários norte-americanos. Já na China, o foco não era tanto no cristianismo, mesmo por que este não era aceito pelo governo, mas havia um ataque incessante aos valores religiosos chineses, proposição de quebra da visão conservadora que o povo tinha.

Com essa nefasta Revolução Cultural, muitos perderam a vida pela perseguição imposta a quem era contra o regime vermelho. Após a morte de Mao, o comunismo chinês, que vigorou de 1949 a 1976, deixou um saldo macabro que estima algo em torno de 70 milhões de pessoas mortas. Hoje é um dia para ser lembrado como mais um capítulo desastroso dessa doença letal chamada comunismo.

 

 

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